
Ontem, seguravas-me pela mão para que os meus passos se fizessem fortes enquanto me ensinavas que o céu é azul.
Hoje, pego-te na mão e lembro-te que o céu pode ser azul e não do cinzento que o pintas nos teus dias de memórias cada vez mais difusas.



Às vezes, só às vezes, acho que mantenho demasiado viva a criança que há em mim... Mas logo sorrio e a deixo assomar à janela dos meu olhos!